Venício Lima: Um passo à frente

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Chegou a hora de dar um passo à frente na questão da regulamentação das comunicações no Brasil. Certamente atingimos um ponto de esgotamento no que se refere ao diagnóstico básico da situação e à identificação de atores e de suas posições. As preliminares estão postas. É necessário avançar.

Globo apoia Capriles e golpismo na Venezuela

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Nesta segunda-feira o Jornal Nacional abriu mão de noticiar o fato político mais importante do domingo para fazer coro com a direita golpista venezuelana e com o Departamento de Estado dos EUA. A vitória de Nicolás Maduro na disputa pela presidência da Venezuela foi deixada em segundo plano para o principal telejornal da Rede Globo noticiar o desrespeito da oposição venezuelana e do governo estadunidense aos resultados eleitorais e dar espaço e legitimidade a esse discurso. A relevância da primeira vitória da Revolução Bolivariana na Venezuela sem Chávez não foi levada em conta pelos critérios da Rede Globo. A partir de quais critérios, já que os jornalísticos foram abandonados, foi feita a opção por destacar a posição dos derrotados?

Análise: Direita se assanha e chavismo segue firme na defesa da revolução

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A pequena diferença de votos que obteve Nicolás Maduro nas eleições deste dia 14/04, deu uma nova injeção de ânimo para a oposição venezuelana acirrar a luta política e ideológica contra a revolução bolivariana.
 
Depois de muitas derrotas políticas e eleitorais, a direita na Venezuela experimenta seu primeiro crescimento significativo numa eleição nacional. E o candidato Henrique Capriles está usando e abusando da retórica e do capital político amealhado neste episódio para incitar a população a não reconhecer o resultado eleitoral e apostar na crise institucional do país.

Vitória de Maduro fortalece integração e desenvolvimento do Brasil e da Venezuela, afirmam economistas

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Para Pedro Barros, do IPEA, e Luciano Severo, da UNILA, avanço da “cooperação bilateral”  entre Brasil e Venezuela joga papel chave no enfrentamento aos impactos da crise internacional.

A festa da democracia toma as ruas de Caracas

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por Renata Mielli, de Caracas, para o ComunicaSul
Fotos: Renata Mielli e Vinícius Mansur
 
Nesta quinta-feira, o povo venezuelano mostrou ao mundo que as lideranças políticas são fundamentais, mas que a consciência forjada em 14 anos de revolução bolivariana é a base da formação do principal protagonista do processo político em curso na Venezuela: o povo.

E foi este povo que ocupou dezenas de quilômetros de ruas e avenidas de Caracas para demonstrar seu apoio irrestrito à revolução, sua lealdade ao Comandante Hugo Chávez e gritar bem alto que “Chávez, te lo juro, mi voto és pá Maduro".
 
Desde muito cedo, por volta das 5 horas da manhã, carros percorriam as ruas da cidade tocando músicas tanto da campanha de Chávez como da de Maduro. Sete das principais avenidas da capital foram tomadas por uma avalanche de pessoas vestindo vermelho, festejando com alegria as conquistas que foram alcançadas pela revolução. No metrô, repleto de chavistas, gritavam: viva, viva, viva a Pátria Socialista! Entre os vários adereços da campanha, um sobressaía: o bigode de Maduro. Em pinturas nos muros, nos rostos de homens e mulheres.
 
O mesmo carinho que o povo dedicava à Hugo Chávez, estava visível nos rostos das pessoas neste dia. Maduro, percorreu as avenidas num carro aberto, cumprimentando a população, até chegar ao palco principal do Ato de Encerramento da campanha, na Avenida Bolívar. Antes do discurso de Maduro, vários artistas se apresentaram. Diego Maradona estava presente e deixou sua saudação, levantando a multidão.
 
Entre os oradores, o governador do Estado de Barinas, Adan Chávez, irmão de Hugo Chávez, reiterou o seu apoio à Maduro. No palco, ao lado de Nicolás Maduro, as filhas e o neto de Chávez, que têm acompanhado o presidente por toda a Venezuela.
 

As lágrimas e o sorriso se misturaram nos rostos de todos, quando um vídeo do último comício de campanha de Chávez – a última aparição pública do ex-presidente – foi mostrado no telão do palco principal. O Comandante cantava o hino nacional, sob a chuva que banhou a cidade naquele dia. Neste momento, um coro de centenas de milhares de pessoas acompanhou o ex-presidente.
 
O ato de encerramento de campanha terminou depois das 20 horas. O povo continuou nas ruas, cantando e dançando noite a dentro.