Marketing e mídia escondem falhas de Dória

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Por Felipe Bianchi

Um governo fake. Essa é a definição dada por debatedores aos primeiros 100 dias de João Dória Junior à frente da Prefeitura de São Paulo. Em bate-papo na sexta-feira (5), na sede do Barão de Itararé, a ex-vice prefeita Nádia Campeão (PCdoB), o vereador Antonio Donato (PT) e o presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindisep), Sergio Antiqueira, discutiram o espetáculo midiático em torno de uma gestão turbinada por muita propaganda, mas esvaziada de ações concretas.

Unesco publica normas internacionais sobre concentração de meios e liberdade de expressão

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Por Felipe Bianchi, com informações da Observacom

No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a Unesco lança uma publicação de fundamental importância para a luta pela democratização da comunicação no Brasil e no mundo, definindo parâmetros internacionais para a concentração de meios e a liberdade de expressão. O material, intitulado Concentração de meios e liberdade de expressão: Normas globais e consequências para as Américas, será apresentado neste 3 de maio, em Assunção, no Paraguai.

Dória e o espetáculo midiático em debate

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O marketing e as ações midiáticas têm sido a marca principal de João Dória Júnior à frente da Prefeitura de São Paulo. Desde que assumiu o cargo, o prefeito já se vestiu de gari, apagou grafites, escondeu moradores de rua e até atirou flores (recebidas de uma ciclista contrária ao aumento da velocidade nas marginais) pela janela de seu carro. O espetáculo midiático protagonizado diariamente por Dória será tema de debate na sexta-feira (5), a partir das 19h, na sede do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, em São Paulo.

O time de debatedores será formado por Samia Bonfim (vereadora pelo PSOL), Nadia Campeão (ex-vice prefeita de São Paulo e dirigente do PCdoB), Antonio Donato (vereador pelo PT) e Sergio Antiqueira (presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo - Sindisep).

O auditório do Barão de Itararé fica na Rua Rego Freitas, 454, conjunto 83, próximo ao metrô República. A atividade é aberta. Participe!

 

 

Imprensa mundial humilha a mídia nativa

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Por Altamiro Borges*, em seu blog

A exemplo do que ocorreu no processo do impeachment de Dilma Rousseff, deflagrado em abril do ano passado por uma “assembleia de bandidos chefiada por um bandido” [Eduardo Cunha] – segundo a síntese de um jornal português –, a imprensa mundial voltou a dar um baile na mídia brasileira na cobertura da greve geral desta sexta-feira (28). Enquanto o noticiário local insistia em afirmar que a paralisação “foi um fracasso” e exibia apenas cenas de violência, visando criminalizar o movimento, os veículos estrangeiros não vacilaram em reconhecer que a greve geral foi um sucesso e poderá atrapalhar os planos regressivos do Judas Michel Temer. Como nos tempos da ditadura militar, para entender o que ocorre no Brasil hoje é melhor acompanhar a imprensa internacional.

Montagem: Jornalistas LivresMontagem: Jornalistas LivresO jornal estadunidense The New York Times, por exemplo, publicou longa reportagem com o título “O Brasil se mobiliza contra a austeridade”. O veículo, que já serviu de bíblia para a mídia nativa, afirma que a greve foi nacional e paralisou transportes, bancos, fábricas e escolas. Já o alemão Deutsche Welle afirma em sua manchete que “Brasileiros se mobilizam pela democracia” e lembra que a última greve geral no Brasil ocorreu em 1996, no governo FHC. O veículo explica que o protesto foi as reformas propostas “pelo governo conservador do presidente Michel Temer”. Já o espanhol El País estampa no título: “Greve geral desafia as reformas do governo brasileiro". O francês Le Monde destaca: “Greve histórica”. A rede britânica BBC registra: “Primeira greve geral em duas décadas”. Até o conservador Clarín, da Argentina, foi mais honesto do que os jornais nativos.

Bemvindo Sequeira: 'O Barão precisa da nossa ajuda'

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Famoso por seus vídeos com críticas políticas ácidas e hilárias, Bemvindo Sequeira gravou um depoimento reforçando a campanha Seja Amigo do Barão. Em vídeo, o ator destacou o papel da entidade na luta pela democratização da comunicação e falou sobre a necessidade de ajudar o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé a manter e ampliar suas atividades.

Assim como todos os veículos da mídia alternativa, o Barão enfrenta dificuldades desde o golpe que alçou Michel Temer à presidência. Por isso, a entidade tem recebido contribuições voluntárias, esporádicas e permanentes, para continuar na luta por uma mídia mais democrática.

Assista à íntegra do vídeo e saiba como ajudar: