Fenaj critica setores da mídia que endossam farsa judicial contra Lula

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Em nota publicada nesta segunda-feira (22), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) classificou como 'farsa judicial' o processo que pode condenar o ex-presidente Luiz Inacio Lula da Silva em segunda instância nesta semana. O julgamento, agendado para quarta-feira (24), no Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), em Porto Alegre, definirá, nas palavras de uma das principais entidades de profissionais da mídia no país, se a farsa será concretizada ou se o país poderá iniciar o restabelecimento da democracia, abalada pelo golpe que depôs Dilma Rousseff.

Rede Globo é ocupada no Rio de Janeiro

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Foto: ReproduçãoFoto: Reprodução

Por Altamiro Borges

Principal protagonista do golpe que depôs Dilma Rousseff e alçou ao poder a quadrilha de Michel Temer e maior responsável pela campanha de ódio contra o ex-presidente Lula, a Rede Globo agora paga os seus pecados. Na manhã desta segunda-feira (22), a sede da empresa no Jardim Botânico, Rio de Janeiro, foi ocupada por ativistas dos movimentos sociais. Segundo relato do jornal Brasil de Fato, “cerca de 150 pessoas estão acampadas no prédio da emissora. A ação é organizada por movimentos populares e tem por objetivo denunciar o empenho da emissora na condenação do ex-presidente Lula e da democracia”.

O fim da neutralidade e a transformação da internet em rede de supermercado

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Por Patricia Fachin, no portal Unisinos

A decisão da agência norte-americana Federal Communications Commission – FCC de pôr fim à neutralidade da rede nos EUA provavelmente não terá impacto nas legislações de outros países, como o Brasil, diz Sérgio Amadeu à IHU On-Line. “É claro que uma lei aprovada nos EUA pode ser utilizada como uma tendência mundial, mas não é o caso, porque não há nenhuma obrigação de que países que têm uma legislação protegendo a neutralidade da rede, como é o caso do Brasil, devam criar novas leis alterando a neutralidade da rede”, afirma.

Acervo do Unidade destaca colaboração dos cartunistas e chargistas à luta dos jornalistas

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Fonte: Portal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo

As charges e os quadrinhos fazem parte da trajetória dos 80 anos do Sindicato dos Jornalistas. Na edição nº 393, o jornal Unidade traz algumas imagens de nosso arquivo que mostram a colaboração e a parceria de grandes profissionais do traço à luta da categoria.

Fake News de 2017: emprego e recuperação da economia

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Cartum: Carlos LatuffCartum: Carlos Latuff

Por Luis Nassif, no Jornal GGN

Há três fakenews em discussão na economia brasileira:

Fakenews 1 – a reforma trabalhista não afetará o nível do emprego

É evidente que não. O que define o nível de emprego é a demanda e o nível de automação da empresa. Se a empresa precisa de 100 funcionários para manter a produção, irá manter os 100 funcionários com ou sem lei trabalhista.

O que a lei provocará será a precarização do emprego e o aumento da rotatividade. E como haverá pequena reação cíclica da economia, é até possível que o desemprego seja reduzido.

A comparação correta, portanto, será do crescimento da massa de salários x crescimento do PIB.

Fakenews 2 – a recuperação da economia

Está havendo uma celebração indecente da suposta recuperação da economia. É evidente que, após uma queda pesada da economia, haja algum nível de recuperação.

Aliás, a fase mais favorável à do crescimento e após a grande queda, pois existe capacidade ociosa na economia que poderá ser utilizada sem grandes investimentos.

As projeções mais otimistas indicam que levará 23 trimestres para o PIB retornar aos níveis pré-crise. Que rapidez é essa?

Fakenews 3 – a inflação abaixo da meta é uma vitória

Inflação fora da meta é erro, seja acima ou abaixo. Acima, é sinal de descontrole. Abaixo, é sinal de recessão. O próprio Banco Central estima que em 2017 a política monetária tirou 0,8% do PIB.

E taxa de juros que conta é a real, aquela que se situa acima da inflação. A taxa real hoje em dia está em mais de 4% ao ano, contra quase zero de economias maduras.