18 de julho de 2024

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ComunicaSul vai ao Chile cobrir Constituinte e eleições presidenciais; saiba como ajudar!

Rede de comunicadores brasileiros disponibilizará, gratuitamente, informações sobre a luta contra o governo de Piñera e a construção de um país livre da herança neoliberal

Diante da necessidade de termos notícias direto da fonte, a rede ComunicaSul de Comunicação Colaborativa vai cobrir as eleições presidenciais e parlamentares de novembro no Chile e acompanhar o processo Constituinte. 

Com o compromisso de disponibilizar gratuitamente as informações sobre a luta contra o governo de Sebastián Piñera e a construção de um país independente, o coletivo está captando recursos para viabilizar a ida de uma equipe de jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas, em tempos de pandemia. 

Desde a estreia da ComunicaSul na histórica eleição de Hugo Chávez, na Venezuela, em 2012, o coletivo realizou a cobertura da implantação da Lei de Meios de Comunicação na Argentina (2012); eleições equatorianas e venezuelanas (2013); processo eleitoral na Bolívia (2014); golpe de Estado contra o presidente boliviano Evo Morales (2018); impactos da previdência privada no Chile (2019); recuperação da democracia boliviana (2019); eleições presidenciais na Argentina (2019).

Além destas, também acompanhou processos de mobilização popular no Paraguai, na Guatemala e em Honduras, sempre focando no protagonismo dos movimentos sociais.

Todos os conteúdos criados pelo coletivo são de livre reprodução, desde que citada a fonte e conferidos os devidos créditos.

Saiba como contribuir: https://benfeitoria.com/comunicasulnochile

Entre em contato: comunicasulcolaborativa@gmail.com

comunicasulbatalhachile parainsta

Confira o chamado da campanha:

A ComunicaSul existe desde 2012 para realizar coberturas pela América Latina. Em mais uma empreitada, nos lançamos na missão de cobrir as eleições chilenas Apoiando nosso projeto, você estará contribuindo com a pluralidade de vozes na cobertura da eleição mais importante do ano na América Latina.

O Chile viveu marchas importantíssimas em 2019 e fez a região acreditar que o berço do neoliberalismo seria também a sua tumba. Será? É o que será definido nas eleições presidenciais que ocorrem em 21 de novembro.

Gabriel Boric representa a esperança de uma esquerda jovem e renovada. José Antonio Kast é a direita bolsonarista que flerta com o fascismo de Pinochet e Sebastián Sichel, do partido governista, está em maus lençóis com a queda de popularidade e a possibilidade de impeachment de Sebastián Piñera.

É esse intrincado xadrez e a realidade do país andino que a ComunicaSul quer contar.

O levante de 2019 foi por igualdade e direitos humanos, aposentadoria digna, moradia de qualidade, educação e saúde públicas.

Como usaremos o dinheiro arrecadado?

Trabalhamos com o idealismo de jornalistas como Gabriel Garcia Márquez, Rodolfo Walsh e Vito Gianotti, por isso, nosso trabalho é totalmente voluntário. Muitas vezes — na esmagadora maioria delas, tiramos dinheiro do nosso bolso para pagar passagem e outras despesas.

O dinheiro que arrecadamos é colocado em um fundo comum (todo socialistinhas eles) e com esse recurso pagamos a hospedagem — sempre dando preferência a hospedagens coletivas (hotéis de sindicatos ou associações) — alimentação, transporte e demais custos da viagem.

Por isso, a quantidade de jornalistas enviados ao país depende de você, AMADE! e do total do bolo arrecadado!

Contribua agora mesmo: https://benfeitoria.com/comunicasulnochile