21 de agosto de 2026

Mulhercidade: como o espaço urbano de Florianópolis impacta a vida das mulheres

A equipe com Elza Pires, do projeto Mulheres do Frei

O projeto da Revista Pobres & Nojentas intitulado “Mulhercidade” aborda como a disposição do espaço urbano em Florianópolis e área conturbada impacta a vida das pessoas, principalmente das mulheres, desvendando as limitações físicas, psicossociais e simbólicas para a apropriação da cidade.

Por Redação / Revista Pobres e Nojentas 

São dois episódios e hoje apresentamos o tema da moradia. O primeiro foi sobre mobilidade urbana.

Fizemos entrevistas na Comunidade Marielle Franco (Maciço do Morro da Cruz), no Centro de Florianópolis, no Brejaru, no Frei Damião e na Ocupação Elza Soares, em Palhoça, e também na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Morar na Grande Florianópolis significa ter que pagar o metro quadrado entre os mais caros do país. Parcela significativa da população muitas vezes precisa escolher se come ou se paga aluguel, levando às ocupações urbanas em áreas desprovidas de infraestrutura. Nas ocupações, as mulheres lideram a organização e a negociação com o poder público e a justiça e dão conta do cotidiano de cuidados de toda ordem para manter a família.

Esta é a realidade abordada neste episódio do projeto. Fica o agradecimento a quem contribuiu com a nossa Vaquinha Virtual e ao apoio do Instituto Cidade e Território (ITCidades) à iniciativa.

Veja o documentário: