Guta Ramos: 'Cinema deve revisitar o passado para entender e superar a barbárie''

Cultura
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"O que estamos vivendo hoje no Brasil exige que revisitemos o passado, que resgatemos a memória", diz a cineasta Maria Augusta Ramos. Em entrevista ao jornalista Altamiro Borges, coordenador do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, a autora do documentário O Processo (2018), que mostrou os bastidores do impeachment contra Dilma Rousseff em Brasília, fala sobre seu novo documentário: Não toque em meu companheiro.Produzido pela NOFOCO Filmes em parceira com a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), licenciada pelo Canal Brasil, o filme relembra a luta histórica dos funcionários da Caixa demitidos injustamente pelo governo de Fernando Collor em 1991, após uma greve da categoria.

Além de falar sobre o lançamento, a cineasta falou sobre cultura, economia e os retrocessos promovidos pelo governo Bolsonaro no país, que Guta classifica como "perverso". "Tenho poucas palavras para definir o que Bolsonaro faz com a cultura e o Brasil. A palavra que me vem à mente é barbárie. São fascistas, que promovem o ódio a quem pensa diferente e que não constróem nada, apenas destróem".

Assista à íntegra da entrevista a seguir. Curta, compartilhe e inscreva-se no #CanalDoBarão!