19 de junho de 2024

Search
Close this search box.

Coded Bias: o algoritmo racista e machista da Inteligência Artificial

No recém lançado documentário Coded Bias, a experiência pessoal e profissional de Joy Buolamwini, pesquisadora ganense-americana, revela como os algoritmos determinam comportamentos racistas, machistas e fortalecem sistemas autoritários de vigilância com o reconhecimento facial. Depois de analisar “O Dilema nas Redes”, o matemático quântico Daniel Stilck França, professor da Universidade de Copenhagen (Dinamarca), explicou ao jornalista Paulo França as falhas inaceitáveis que a IA vem cometendo.

“Os algoritmos da Inteligência Artificial não foram criados para reconhecer rostos diversos. As pessoas que definem os modelos reconhecidos pela #IA têm um poder enorme, o que resulta em tendências racistas, como mostrado em Coded Bias”, afirma Daniel Stilck França. “Mais do que o temor do que o Estado possa fazer com ela, a Inteligência Artificial já tem sido usada, de forma agressiva, pelas corporações privadas, para quebrar a privacidade e exercer controle e vigilância”.

Assista à íntegra do papo no #CanalDoBarão, via #CanalResistentes: