21 de junho de 2024

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Movimento ‘Engenharia pela Democracia’ promove debate de lançamento no dia 3 de outubro

Movimento de profissionais ligados à Engenharia e que visa o fortalecimento da Ciência, da Engenharia e da Democracia para a reconstrução do Brasil, o grupo “Engenaria pela Democracia” promove live de lançamento no domingo (3). A partir das 17h, ocorrerá a apresentação do movimento formado por estudantes, técnicos e técnicas, engenheiras e engenheiros, além de profissionais de áreas afins. Na sequência, haverá um debate virtual sobre os desafios e as fronteiras da engenharia no Brasil atual.

Confira o chamado publicado pelo geólogo e ‘pai do pré-sal’ Guilherme Estrella e pela página da Engenharia pela Democracia:

“10 anos após a fundação da Petrobras, em 1963, a empresa fundou o Centro de Pesquisa – o CENPES – numa decisão moderna. Ele foi fundado junto a uma universidade – a Universidade do Brasil, na Praia Vermelha. Essa ligação de um centro de pesquisa industrial com uma universidade, que detém o conhecimento científico, é o cara do chão de fábrica junto com o PhD. Isso é uma solução incomum nas empresas.

A Petrobras iniciou a formação de profissionais de seu quadro técnico para se tornar uma empresa completamente competente a nível internacional desde seu início. Mas isso não para aí, pois há outro ponto interessante.
 
Uma coisa é você produzir petróleo dentro de uma realidade em que a tecnologia e o conhecimento geocientífico, de engenharia e de operação do setor petrolífero, já estejam disponíveis no mundo e já sejam de conhecimento mundial, como foram as nossas descobertas em águas rasas na Bacia de Campos. Mas na hora em que, mantida a busca por tornar o Brasil autossuficiente, descobrimos petróleo na Bacia de Campos em águas profundas, nos deparamos aí com o desafio maior de toda a vida da Petrobras.
 
Temos muito petróleo em água profundas, mas ninguém tem tecnologia no mundo. A Petrobras enfrenta isso como monopólio estatal, sem nada desse negócio de competição, algo absolutamente secundário, pois o que vale é o compromisso da companhia com o Brasil.
 
A Petrobras venceu esse desafio, e desenvolvemos tecnologia com base em conhecimento geocientífico.
 
Dominamos a tecnologia pela primeira vez no mundo de produção em águas profundas. Isso diferencia a Petrobras pelos desafios que tivemos em nossas origens de nos tornar uma empresa de petróleo com um centro de pesquisa extremamente avançado, ligado à universidade brasileira.
Tanto que, quando a Universidade do Brasil acabou, e a UFRJ se instalou na Ilha do Fundão, a Petrobras imediatamente construiu o CENPES lá, ao lado da Escola de Engenharia e do Instituto de Geociências.”
 
PROGRAMAÇÃO
Dia 3 de outubro, domingo, às 17h
Lançamento nacional do movimento Engenharia pela Democracia-EngD, em conjunto com lideranças de todo o Brasil.
 
Na perspectiva de atravessar este deserto que vivemos, lideranças de várias áreas da engenharia se unem para um novo momento, uma nova caminhada cívica. Unir, reunir jovens e profissionais experimentados para um grande compromisso de reinventar a Nação. Como? Para quê? Com quem? Venha saber e influir.
 
Entende-se que para se conquistar uma plena democracia seja necessário cada vez mais engenharia. Para atender às demandas claras que a ampla população brasileira necessita. Diminuindo as desigualdades e musculando a cidadania.Uma nova independência deve-se conquistar após 200 anos. Soberania nacional rima com comida na mesa e alta tecnologia de aviões e do pré-sal.
 
Há também uma mesa redonda premiada com o tema:
 
“Engenharia pela Democracia: Desafios e fronteiras”
 
Com os debatedores:
 
Roseli de Deus Lopes – pesquisadora em tecnologias da educação do LSI/EPUSP, coordenadora da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia-FEBRACE,incentivo à pesquisa do jovem e vice-diretora do IEA/USP;
 
Ricardo Galvão – ex-diretor do INPE e do CBPF, professor de renome e premiado internacionalmente; foi considerado uma das 10 pessoas mais importantes para a Ciência (revista Nature, 2019) ;
 
Guilherme Estrella – geólogo, ex-superintendente do CENPES (Centro de Pesquisas da Petrobras), ex-diretor de exploração e produção da Petrobras (2003-2012); considerado a nível mundial “o pai do pré-sal”.
 
– Debate com os internautas e Encerramento
 
Cadastre-se no portal: www.engdemocracia.com.br

Assista no YouTube: https://youtu.be/kh1WD87izcI